Li hoje que o Ponto Chic, restaurante onde o sanduíche Bauru foi criado, está comemorando 90 anos. O sanduíche se transformou em uma lenda e foi criado quase por acaso em 1936, quando um frequentador do restaurante, originário da cidade de Bauru e assim chamado pelos seus colegas de faculdade, pediu a um funcionário do local para montar o lanche pela primeira vez. Um colega que estava por perto, experimentou e gritou para o funcionário: quero um igual ao do Bauru! E assim o nome foi ficando…
Aprendi também no G1.com.br que o sanduíche é tão importante para a cidade de Bauru que ele é protegido por lei municipal que estabelece quem são os estabelecimentos certificados para sua preparação(Ponto Chic e Skinão) e não apenas quais são os ingredientes da receita original (a propósito: pão francês, fatias de rosbife, tomate em rodelas, picles de pepino em rodelas, mussarela, orégano, água e sal) mas também a forma de preparo.
Parabéns ao Ponto Chic e reverências ao já falecido sr. Casimiro, o Bauru, responsável pela invenção, mas fiquei refletindo no tempo dos vereadores dedicado a tão nobre questão e como foi a sessão da câmara tratando do tema. Será que o congresso americano faria algo equivalente para proteger o Big Mac ? 2 Hamburgers, Alface, Cebola, Picles, Queijo, Molho Especial em um pão com gergelim…De qualquer maneira a reflexão sobre o bauru me deu água na boca e vontade de comer um sanduba.
Arquivo da categoria: Papo de bar
A lei do Bauru
Publicado em Comida, Papo de bar
Tags:Bauru, Big Mac, Ponto Chic
Mundo de delícias
Há alguns meses a Kraft Foods anunciou que se dividiria em duas empresas.Eles tem uma montanha de produtos mas basicamente uma cuidará dos seus produtos prontos, congelados etc e outra cuidará de todo o resto (salgadinhos, chocolates, chicletes e afins). Ok, parte da estratégia…
Resolveram ser participativos e convidaram os funcionários a enviar sugestões de como deveria se chamar a nova empresa. Vieram mais de mil idéias de todas as partes do mundo, de pessoas ávidas em contribuir e perpetuar seu nome,ganhando um pin na festa de final de ano. 
O que foi publicado esta semana é que o nome escolhido para a nova empresa é Mondelēz e que duas pessoas conseguiram ter a mesma inspiração e o mesmo devaneio. Infelizmente não haverá legendas para explicar, mas o nome quer fazer referência a um “mundo de delícias”. Mondo, Monde , délice, delicioso. Não pararam por aí…Para fazer com que a marca seja única resolveram colocar um traço em cima do segundo “e” do Mondelēz que indica que ele deve ser pronunciado com um som de “vogal longa” . Não importa que nenhum teclado do mundo tenha este “ē” e que ninguém conheça esta peculiaridade fonética.. o que contou foi a opinião dos advogados, loucos para evitar conflitos de trademark em alguma parte do mundo. Mondelēz já era difícil…com tracinho no e, virou um nome quase impossível de já ter sido utilizado por alguém. Mas como o mundo é cheio de surpresas, parece que já descobriram que em russo, o som de Mondelēz, equivale a algo como secreção vaginal. Não está muito próximo do conceito de mundo de delícias…
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Cerveja sem popozudas ou Zeca Pagodinho (3)
A Heinekken volta a atacar com mais uma campanha viral inteligente e ligada a paixão masculina pelo futebol. Desta vez as câmeras são escondidas dentro de quartos de hotéis em que se hospedam torcedores que foram assistir partidas da Champions League, o campeonato de futebol interclubes mais importante do mundo. Ao entrarem nos seus quartos, os hóspedes são surpreendidos e encontram nada menos que a taça do campeonato, objeto de desejo de todos os clubes de futebol da Europa.
Eu consigo compreender as reações que os torcedores tem. Possivelmente faria a mesma coisa… Campanha simples, inteligente , de baixo custo de produção e alta repercussão. Não comecei a tomar mais cerveja Heinekken por causa das campanhas, mas admito que elas me tocam bem mais do que as tchutchucas e pagodeiros em churrascos na beira da piscina e do que a cara de tédio da J-Lo ,ganhando uma fortuna para assistir desfile na Sapucaí e vestir camisetinha de lantejoulas do patrocinador.
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Publicado em Marketing, Nice !, Papo de bar
Tags:cerveja, Champions League, Heinekken, J-Lo
Os monstros que aparecem na hora de dormir

Nana nenê, gugu dádá, bilú bilú…sempre que pensamos em bebês estes sons nos vem a cabeça juntamente com imagens de fraldas, chupetas, berços e carrinhos de bebê. É tudo bonitinho, fofinho, azulzinho, rosinha, cheirosinho.
Hoje li uma história da MacLaren, fabricante de carrinhos de bebê inglesa e que várias mammies brazucas adoram importar de Miami, que me lembrou mais dos detritos que os bebezinhos deixam em suas fraldas do que de todo o resto.
Em 2009, a Maclaren convocou um recall de um milhão de carrinhos de bebês depois que se constatou que o mecanismo de fecho de um de seus modelos havia sido responsável por machucar, apertar e decepar os dedos de crianças e pais que os estavam manuseando. História horrível mas é só o começo. As famílias impactadas pelo defeito, algumas com crianças com dedos amputados, foram a justiça reinvindicar os seus direitos e pedir indenizações milionárias a empresa. O que a MacLaren acabou de fazer ? Pediu falência de seu braço americano, a MacLaren USA, a empresa que acumulava todo o passivo jurídico e apareceu com uma nova MacLaren North America, zerada e sem dívidas que agora assumiria a distribuição dos produtos nos Estados Unidos. Os advogados das famílias já se mobilizaram para combater a fraude mas o choque ético foi tão grande, que o responsável pela área de design da empresa, o golden boy da MacLaren, renunciou via Twitter e colocou a boca na imprensa, dizendo que esta era uma ação deliberada para se livrarem da chuva de processos.Enfim, parece que as criancinhas na hora de dormir e quando tiverem os seus pesadelos com monstros, verão as imagens de seus carrinhos de bebê e dos executivos da MacLaren.
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Publicado em Cotidiano, Papo de bar
Tags:carrinho de bebê, MacLaren
A bolacha mais recheada do pacote
Centenários merecem comemorações especiais e em março de 2012 se completam cem anos desde que o primeiro pacote da bolacha Oreo saiu da fábrica da Nabisco. Praticamente nada mudou no produto ao longo deste século de vendas. Apenas uma pequena modificação no formato dos disquinhos de chocolate e nada muito além disto. Ninguém conseguiria prever que Oreo seria transformada na marca de bolacha mais vendida em todo o mundo, com mais de 20 milhões de unidades comercializadas por dia (sem a colaboração do Brasil, onde o coitado do Oreo durou pouco e mal esquentou as prateleiras). 
Existem algumas polêmicas sobre o produto, a começar pela forma como como o seu nome foi escolhido…Reza a lenda que em uma reunião de board (sim, elas já existiam em 1912), resolveram perguntar para um dos membros, qual seria a sua sugestão de nome para o lançamento. Com a boca cheia de bolacha (ou biscoito, dependendo da preferência e da região do leitor) ele respondeu “I don`t know”e o que as pessoas entenderam teria sido “Oreo”. Confesso que tentei reproduzir o teste na hora do jantar e talvez porque o meu sotaque não seja dos melhores, ou porque usei farofa como ingrediente ao invés da bolacha, em momento algum o meu “I don’t know” se pareceu com “Oreo” . Deve ser uma lenda urbana que localizei no http://www.listmyfive.com e estou ajudando a divulgar.
Outra grande polêmica que movimenta as redes sociais americanas e os desocupados de plantão é sobre como os os consumidores de Oreo preferem comer a bolacha: “tirando a tampa”, raspando o creme e somente depois degustando os disquinhos de chocolate (alguns ainda gostam de mergulhá-los em copos de leite, ato que tem conotação bastante diferente da nossa expressão “molhar o biscoito”… ) ou de uma vez, com mordidas selvagens. Polêmicas não muito relevantes mas que certamente ajudam a alimentar a fama e as vendas deste vovô. Ah, claro!…certamente devem discutir também se Oreo vende mais porque é fresquinho ou se é fresquinho porque vende mais mas com vendas anuais de mais de US$1,5 bi, este não parece ser um grande dilema.
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Publicado em Comida, Marketing, Papo de bar
Tags:biscoito, bolacha, centenário, Oreo
Será que não entendi ?
Chegou minha hora de assistir o filme iraniano “A Separação”. Falaram tanto do filme na temporada do Oscar que eu fui ao cinema com a certeza que depois da Bollywood indiana, certamente deveria haver uma Teerãwood que eu desconhecia e que o meu mundo seria transformado depois de duas horas. Críticas apaixonadas falavam de melhor filme do ano, que ganhar Oscar de melhor filme estrangeiro e Urso de Ouro no Festival de Berlim eram pouco, que o roteiro era espetacular e que os atores eram estupendos.
Confesso que saí do cinema com aquela desagradável sensação de “será que fui eu que não entendi ou não é tudo isto ?”. Esta sensação é horrível…Você se sente intelectualmente limitado, uma espécie de Magda, aquela do Sai de Baixo, versão século XXI.




O filme conta a história do casal Nader e Simin. Simin (a mulher…) quer deixar o Irã para dar melhores oportunidades a sua filha, Termeh. Nader (o homem…), no entanto, quer continuar no país para cuidar de seu pai, doente com Alzheimer. Se separaram. Sem esposa, Nader contrata uma empregada para ser responsável pelo dia a dia da casa e sobretudo cuidar de seu pai. A auxiliar do lar contratada está grávida e trabalhando na casa de um homem “solteiro”, sem o consentimento de seu marido, o que em conjunto com um acidente doméstico, cria uma salada, em que todos os personagens passam por questionamentos e julgamentos éticos, religiosos e morais.
O filme é bom e merece ser assistido. Permite que o espectador entenda um pouco mais sobre o papel que a religião tem sobre a cultura de um povo, sobre como alguns valores ocidentais não são aplicáveis em outras partes do mundo e pressiona o público a constantemente mudar de lado em seus julgamentos pré-concebidos. Os atores também atuam bem e realmente dão vida e intensidade aos personagens…Em momentos mais engajados e baseado em meu vasto conhecimento sobre xás, aiatolás e ditadores persas, ainda pude enxergar força em mensagens subliminares de protestos contra a repressão aos direitos humanos e defesa de liberdades individuais mas confesso que parei por aí. O final do filme, que na realidade não tem final, potencializou meu lado “ué, acho que não entendi….” e reforçou a minha sensação de que há um grande componente político de se fazer esta ovação coletiva a “A Separação”. Como bandeira de libertação cultural de um país, digamos assim, complicado, o filme merece todo o reconhecimento e consideração, mas como cinema, puro e simples, tenho a impressão que já assisti uns duzentos e trinta e quatro filmes melhores que a “A Separação”. Entendo que faltou por parte da crítica fazer a verdadeira separação entre o que é política e o que é obra de arte ou faltou para mim , justamente o contrário: a consolidação dos meus dois neurônios para conseguir entender melhor o cinema iraniano.
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Publicado em Entretenimento, Papo de bar
Tags:cinema iraniano, Irã, Oscar, Separação
Um cafezinho e a conta
Algumas marcas sabem com pequenas atitudes, gerar uma grande repercussão de mídia e trabalhar na sua construção de imagem junto aos seus consumidores.


Um grande exemplo disto foi a divulgação esta semana, por parte da imprensa americana,da abertura da primeira loja ski-through do Starbucks. A lojinha (ou para ser mais chique, a flagship, termo da moda para fazer referência a uma loja conceito, que reflete o espírito de uma marca) fica no topo das montanhas na estação de ski de Squaw Valley Ski Resort,na Califórnia, e permite que as pessoas comprem os seus cafés e capuccinos sem ter que tirar os skis dos pés. A pequena iniciativa, que provavelmente beneficiará uma meia dúzia de esquiadores gerou uma grande repercussão na mídia.
O USA Today publicou até entrevista com o CEO do resort, dizendo que em nenhum outro lugar do mundo os esquiadores podem degustar um café Starbucks sem perder tempo.
A idéia é boa, sobretudo porque serve para aproximar a marca dos seus consumidores mas muito mais do que isto,por ter a incrível capacidade de fazer barulho de mídia e manter o Starbucks como marca de vanguarda. Já se falou muito de drive-trough mas o ski-trough foi divulgado como uma enorme novidade e o Starbucks surge como o responsável por isto.
Certamente esta repercussão nos meios de comunicação e o fortalecimento da imagem já compensaram o investimento feito na cafeteria das montanhas e farão com que os cafezinhos vendidos nas alturas sejam a parte menos importante da história. Que tal algum boteco se inspirar e fazer algo similar nas praias ou em alto mar ?
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Publicado em Marketing, Papo de bar
Tags:flagship, ski, Squaw Valley, Starbucks
Orangotangos high-tech


Nos meus tempos de escola fiz várias provas de múltipla escolha em que a existência de alternativas realmente não me ajudava muito. O problema original é que não tinha a menor idéia da resposta e a única coisa que me restava era o famoso “chute”. Várias vezes refleti que um chimpanzé no meu lugar teria um comportamente similar e uma taxa de acerto equivalente a minha. Pois bem, depois de alguns anos eis que me reencontro em uma zona de convergência com os símios. Descobri que a Orangutan Outreach, uma ONG que tem como missão cuidar e proteger os orangotangos, está desenvolvendo um trabalho especial de estimular a interação dos animais com IPads. Os orangotangos desenham e assistem vídeos de seus primos que vivem nas florestas da Indonésia. Você pode contribuir para este trabalho ou com dinheiro ou doando o seu IPad usado (http://www.redapes.org/apps4apes). Com algumas doações a mais e um pouco de prática, em breve certamente eles estarão desafiando as minhas marcas no Angry Birds e no Fruit Ninja.
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Lin, a cinderela da NBA
Jeremy Lin é o fenômeno do momento da NBA, a liga de basquete americana. A sua história é incrível. Parecia ser um filho de imigrantes de Taiwan, sempre bom aluno mas que gostava mesmo de jogar basquete. Foi bem quando fazia o high school e tentou lugar nos principais times de basquete universitário, o atalho para chegar a liga profissional. Nada…não foi escolhido.
Por ser um bom aluno, acabou ganhando uma bolsa justamente de Harvard, famosa pela qualidade de seu ensino mas sem nenhuma tradição no basquete universitário. Estudou,se formou com notas altas em economia e ainda continuou jogando bem no time da faculdade. 
Tentou duas vezes ser selecionado por um time da NBA e não conseguiu. Ser escolhido por um time profissional jogando por Harvard é ir contra qualquer estatística. Mas Lin não desistiu. No meio da temporada foi contratado por duas temporadas pelo Golden State Warriors, o equivalente ao Grêmio Barueri do campeonato brasileiro. Conseguia assim ser o primeiro jogador desde 1953 a ir para a NBA tendo estudado em Harvard. Mas Lin mal teve a chance de jogar. Foram pouco mais de 50 minutos acumulados…Foi mandado embora ao final do primeiro ano e pensou em desistir.

No final de dezembro sua sorte começou a mudar. O time de Nova York, os Knicks, estavam sem um armador reserva e resolveu assinar um contrato com Lin, que estava desempregado. Lin assinou um contrato de US$ 762 mil/ano. Muito? Sim, mas não para o padrão da NBA. Este é o piso salarial do elenco, vinte vezes menor que o salário das grandes estrelas.
Como a fase dos Knicks era horrorosa, com 11 derrotas em 13 jogos e o armador titular estava afundando, o técnico, no desespero, resolveu colocar Lin para jogar. E aí o conto de fadas começou…No primeiro jogo contra os Nets, 25 pontos + sete assistências. Contra Utah, 28+8, contra os Wizards 23+10 e ontem contra os Lakers, em um dos maiores clássicos da NBA, 38+7 e Lin foi o grande herói. Era o que bastava…quatro jogos, quatro vitórias e Lin virou celebridade e garantia de muitos dólares futuros vindos da Ásia. Uma verdadeira história de Cinderela.
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Honda CR-V favorito para vencer o SuperBowl
Domingo é dia de SuperBowl, a grande final do campeonato da liga de futebol americano. Este ano a partida será entre os New England Patriots, do famoso marido da Gisele, e os New York Giants. É um grande clássico. Os Patriots que são os favoritos para vencer, tem um perfil almofadinha, típico da região de Boston. O time do Giants é mais Curintia…mais povão. É amado por alguns e odiado pela maioria.
O nível de mobilização das pessoas em torno do jogo é enorme e a data é tratada quase como feriado nacional. Todos combinam onde assistirão a partida, os bares fazem grandes promoções e abrem cedo e o assunto domina a pauta da mídia. Mesmo aqueles que não acompanham o jogo, participam indiretamente de uma outra grande competição em torno do SuperBowl: qual será o comercial mais impactante da temporada. O anúncio durante o SuperBowl é o espaço publicitário mais caro da TV americana e os anunciantes fazem uma disputa particular para ver quem fará mais barulho. Antes tudo era surpresa…agora em tempos de internet, a competição começa antes, com o vazamento dos virais, que servem como trailer do que será exibido no domingo. Por enquanto o comercial que está gerando mais repercussão nos Estados Unidos é o do lançamento do novo Honda CR-V, que é inspirado no filme “Curtindo a vida adoidado” (Ferris Bueller’s Day Off de 1986), e que ressucita Matthew Broderick, agora fazendo o papel dele mesmo.
Tudo bem que o comercial é legalzinho mas comparar a Ferrari que ele dirigia no filme com o novo Honda foi além da minha capacidade criativa. Para mim este filme era mais marcante pela cena do Twist and Shout nas ruas de Manhattan. .
Vamos ver o que aparece até domingo, mas a competição para ver qual será a campanha mais lembrada será tão acirrada quanto a partida.
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Publicado em Entretenimento, Esporte, Papo de bar
Tags:Futebol Americano, Honda CR-V, Matthew Broderick, SuperBowl
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