Burocracia para mim se enquadra na categoria das top 10 coisas mais chatas do mundo. Reconhecer firma , xerox autenticadas, formulários como a da imigração brasileira que pede para você declarar em que assento estava durante o voo (o que isto muda para a alfândega ??? – sempre declaro que sentei na fila 1, assento A, assim pensam que eu vim de primeira classe e sou importante)… Tenho a impressão que tudo isto serve apenas para deixar donos de cartórios e gráficas sorridentes e mais ricos. Sempre associei este problema a um fenômeno do Brasil com uma grande contribuição da legítima colonização portuguesa com a qual fomos brindados. Hoje estava navegando pela web e encontrei uma coisa bizarra…descobri que os astronautas da Apolo, depois de sua viagem a lua,no retorno a Terra, também preencheram formulário de imigração ! Pior: declararam que estavam trazendo amostras de terra e pedra ! Ou seja, as coisas tem potencial para ficarem piores…

Alfândega até para astronautas ?
Reflexões em forma de maçã
“We think the Mac will sell zillions, but we didn’t build the Mac for anybody else. We built it for ourselves. We were the group of people who were going to judge whether it was great or not. We weren’t going to go out and do market research. We just wanted to build the best thing we could build.
When you’re a carpenter making a beautiful chest of drawers, you’re not going to use a piece of plywood on the back, even though it faces the wall and nobody will ever see it. You’ll know it’s there, so you’re going to use a beautiful piece of wood on the back. For you to sleep well at night, the aesthetic, the quality, has to be carried all the way through.
And finally:
Your time is limited, so don’t waste it living someone else’s life. Don’t be trapped by dogma — which is living with the results of other people’s thinking. Don’t let the noise of others’ opinions drown out your own inner voice. And most important, have the courage to follow your heart and intuition. They somehow already know what you truly want to become. Everything else is secondary. “
iSad
Fiquei pensando um pouco sobre a morte do Steve Jobs.Reflexões que variaram desde como com todo o dinheiro do mundo ele não conseguiu se curar e morreu jovem, passando pela sua capacidade de ditar tendências e mudar a vida de milhões de pessoas. Mas o que pensei mesmo é que para mim ele sempre representou a negativa aos chavões clássicos de marketing…duvido que iPods, iTunes e iPads tenham aparecido depois de pesquisas quanti ou com alguém observando consumidores atrás de salas de espelhos. Sempre me identifiquei com a sua visão de que as coisas precisavam ser funcionais mas tinham que necessariamente ter uma estética e design. Quem já abriu uma caixa de um produto Apple sabe o que eu estou descrevendo. Enfim, a verdade é que este é um daqueles caras que eu gostaria de ter tido a oportunidade de conversar por pelo menos cinco minutos. Agora só quando eu encontrá-lo nas iClouds…
Publicado em Mundo de Dilbert, Reflexivo
MPB + UFC
A mistura ficou meio estranha. Esperava encontrar Marisa Monte com Arnaldo Antunes ou Anderson Silva com Victor Belfort mas não Marisa Monte com Anderson Silva. Resolveram fazer uma salada e o clip virou uma combinação de dança dos famosos com vale tudo sem nocaute. Eu realmente senti falta de um chutezinho no final, difícil saber quem derrubaria quem, mas que faltou faltou…
Publicado em Música
Assuntos para entreter gringos em jantares corporativos
Ao longo dos últimos anos fui exposto a inúmeros jantares com gringos que vem participar de reuniões por aqui. A fórmula tradicional inclui uma visita a uma churrascaria, com direito a caipirinha e orgia de picanha e se o visitante for mais júnior, foto com o garçom fantasiado de gaúcho. Com o passar do tempo fui desenvolvendo uma habilidade de selecionar assuntos sobre o Brasil que os deixam fascinados e diminuem consideravelmente aquele silêncio desagradável, típico de quem não tem intimidade e que também não tem mais o que falar. Ontem e anteontem tive jantares corporativos e mais uma vez obtive sucesso com o meu tema favorito para maravilhar gringos que querem ser cosmopolitas: a quantidade de japoneses em São Paulo. Os gringos ficam fascinados. O tema permite desdobramentos e assegura uma média de 10-15 minutos de conversa, tempo considerável em um jantar de 1:30 – 2h.Você pode falar que SP tem a maior população nipônica fora do Japão, que existe o bairro da Liberdade, que em São Paulo se come mais sushi do que qualquer outra coisa, que em algumas áreas das empresas como inteligência de mercado, existem concentrações de orientais, e se o papo estiver mais leve pode falar até sobre a Sabrina Sato como exemplo de como eles se misturaram a nossa cultura. Enfim, fica a dica. Testem vocês mesmos quando tiverem a chance.
Publicado em Mundo de Dilbert
Metamorfose
Sempre tive discussões profundas com a Mariana sobre se ela deveria ou não mudar o seu nome após o casamento. Como sempre, ela tinha uma visão mais poética sobre o tema, sobre o significado que isto tinha na construção de uma nova família e na demonstração para todos de que algo muito grande havia mudado. Eu já pensava de um modo um pouco mais pragmático, antevendo carimbos, embates intelectuais com funcionários públicos solícitos e bem humorados, problemas com reservas de passagens e hotéis e sentia uma grande preguiça por ela. A decisão dela foi de mudar o seu nome e enfrentar a epopéia. Hoje ela começará a sua saga. Excursão ao Poupatempo do Largo 13, `as 7 AM em busca de um novo RG. Me sinto orgulhoso, um pouco pelo seu novo nome e muito pela determinação que ela tem de correr atrás do que ela acha realmente importante. Viva Mariana Kok !

Publicado em Cotidiano
De herói a vilão
Ontem era um dia especial para o Edu, meu filho. Para o meu desgosto mas para a sua felicidade, ele conseguiu um “esqueminha” para entrar em campo junto com o time do São Paulo. Ele estava excitado. Era a estréia do Luis Fabiano e portanto dia de alvoroço na floresta. Foi cedo para o estádio, se fantasiou e não continha a excitação. Na volta (não, não fui com ele e nem virei casaca), perguntei como havia sido. A única coisa que ele conseguiu me falar é se eu acreditava que dentro do campo quando ele foi falar com o Rogério Ceni, o Rogério pediu licença e para ele sair da frente. Acho que o pequeno mundo dele caiu a tal ponto que ele criou uma história de que ficou com tanta raiva que deu um tapa no traseiro do Rogério e saiu correndo. Provavelmente o tapa foi imaginário mas a mudança com o Rogério foi real e ele já se transformou imediatamente para ele em um frangueiro, chato (tudo o que já era para mim…). Crescendo e aprendendo.
Publicado em Futebolístico, Reflexivo
Alívio ! Cerveja sem popozudas ou Zeca Pagodinho (2)
Este é da mesma linha do comercial que postei antes. Imagino a Mari comprando os ingressos para o Ballet Japonês em noite de jogo importante. Fui totalmente solidário aos namorados e maridos vítimas…
Publicado em Nice !
Alívio ! Cerveja sem popozudas ou Zeca Pagodinho.
Muito bom este video ! Dá para ser legal sem apelar para as tchutchucas e para o Zeca…
Publicado em Nice !
Adesivo família feliz
Sempre me perguntei o que passava pela cabeça das pessoas ao colocarem adesivos em seus carros com a família feliz, aqueles que são vendidos aos montes em bancas de jornais e viraram uma praga. Tinha versão com sogra,cachorro, periquito, papagaio. Tinha a impressão que algumas pessoas sequer entendiam que o adesivo deveria refletir a família delas e não uma família imaginária. Tenho certeza que tem gente com adesivo no carro com três crianças que sequer tem filho. É o adesivo pelo adesivo ! Hoje no caminho para o trabalho vi uma pessoa que aparentemente também se revoltou e resolveu externar sua felicidade de uma maneira diferente. Fui atrás do adesivo que ele tinha colado no carro e descobri que diversas versões menos politicamente corretas. Vou reproduzir a primeira imagem que encontrei que era a mesma do cidadão. Parece que a felicidade do sujeito neste caso, está mais próxima da bebida do que da sogra….
Publicado em Cotidiano













