iSad

 

Fiquei pensando um pouco sobre a morte do Steve Jobs.Reflexões que variaram desde como com todo o dinheiro do mundo ele não conseguiu se curar e morreu jovem, passando pela sua capacidade de ditar tendências e mudar a vida de milhões de pessoas. Mas o que pensei mesmo é que para mim ele sempre representou a negativa aos chavões clássicos de marketing…duvido que iPods, iTunes e iPads tenham aparecido depois de pesquisas quanti ou com alguém observando consumidores atrás de salas de espelhos. Sempre me identifiquei com a sua visão de que as coisas precisavam ser funcionais mas tinham que necessariamente ter uma estética e design. Quem já abriu uma caixa de um produto Apple sabe o que eu estou descrevendo. Enfim, a verdade é que este é um daqueles caras que eu gostaria de ter tido a oportunidade de conversar por pelo menos cinco minutos. Agora só quando eu encontrá-lo nas iClouds…

De herói a vilão

Ontem era um dia especial para o Edu, meu filho. Para o meu desgosto mas para a sua felicidade, ele conseguiu um “esqueminha” para entrar em campo junto com o time do São Paulo. Ele estava excitado. Era a estréia do Luis Fabiano e portanto dia de alvoroço na floresta. Foi cedo para o estádio, se fantasiou e não continha a excitação. Na volta (não, não fui com ele e nem virei casaca), perguntei como havia sido. A única coisa que ele conseguiu me falar é se eu acreditava que dentro do campo quando ele foi falar com o Rogério Ceni, o Rogério pediu licença e para ele sair da frente. Acho que o pequeno mundo dele caiu a tal ponto que ele criou uma história de que ficou com tanta raiva que deu um tapa no traseiro do Rogério e saiu correndo. Provavelmente o tapa foi imaginário mas a mudança com o Rogério foi real e ele já se transformou imediatamente para ele em um frangueiro, chato (tudo o que já era para mim…). Crescendo e aprendendo.

Fechando o ciclo aéreo

Nas últimas semanas os aviões e aeroportos tomaram conta dos nossos posts. Atrasos, vistas aéreas inesquecíveis, quedas. Hoje fechamos o ciclo…foram mais de 24 horas entre vôos e esperas. É hora de voltar para casa e retomar a vida. Para ilustrar a transição escolhi uma foto que tirei hoje no longo vôo que nos trouxe de volta. É em cima de algum lugar do Oriente Médio e mostra perfeitamente os limites do deserto e do céu, terra e ar, como se fosse o encontro entre os sonhos e a realidade seca e árida. É um pouco assim que estou me sentindo.

O primeiro coquinho (Kokinho ?) catado a gente não esquece

Confesso que nos últimos meses escrever tem consumido uma boa parte do meu tempo e se transformou em um ótimo passatempo. Antes do casamento e durante a lua de mel, via as coisas acontecendo e pensava: isto aqui daria um post. A festa passou, a lua de mel acabou, a Mari já aceitou e agora vamos  ter uma  plantação e  colheita dos coquinhos ou “kokinhos”, menos temáticos. Serão coisas do meu dia a dia, legais, chatas, superficiais, profundas, 10 posts por dia, 10 dias sem posts…

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