Red Bull te dá asas e voa alto. Os atributos ligados a marca austríaca de energéticos são de modernidade,vitória, sucesso. Exagerando bem mas é uma espécie de cigarros Hollywood versão século XXI, lembram-se ? Hollywood, o sucesso, clássico da década de 80…Esportes radicais, comerciais inovadores, bem produzidos e com trilhas sonoras incríveis, patrocinadora de todas as categorias de automobilismo…
Já a Red Bull, logicamente que em escala global e versão 2011,tem estratégia parecida. Tudo passa por Sebastian Vettel o mais jovem bi-campeão de Fórmula 1 da história e que é a cara da marca mas até no Brasil a fórmula da Red Bull foi parecida, patrocinando o carro de Cacá Bueno, filho do Galvão e piloto campeão da Stock Cars.
Mas e nos Estados Unidos, maior mercado do mundo para qualquer coisa ? Bom, por lá a fórmula de sucesso de associar a marca a times e pilotos vencedores fez água…Esta semana a Red Bull anunciou que está abandonando a Nascar, a categoria de automobilismo mais popular dos Estados Unidos. A experiência da Red Bull na Nascar foi um fracasso…
Este ano apesar de ter conseguido vencer uma prova, o seu melhor piloto, Kasey Kahne, terminou o ano em 14° no campeonato, enquanto o seu companheiro Brian Vickers, um genérico do Mark Webber,foi o 25°.Em 5 anos o time conseguiu 2 vitórias, 10 poles, 20 top-5s , 55 top-10s. Algo mais próximo de Rubinho,Bruno Senna e Felipe Massa que de Sebastian Vettel . A Red Bull fez uma série de iniciativas para promover os seus carros e seus pilotos na Nascar. Este ano fez o seu piloto saltar de paraquedas sobre o circuito de Daytona. Legal, cool,imagens lindas mas e as vitórias ? Sem sucesso as asinhas foram cortadas para a Red Bull nos EUA
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Cortando as asinhas
Publicado em Automobilístico, Marketing
Uma história que vale mais do que vários chavões
Não sou um adepto de livros de auto-ajuda. Eles me parecem a versão editorial das frases que sempre enfeitaram os pára-choques de caminhões com a diferença que nos caminhões eu tinha acesso ao conteúdo de forma gratuita e mais bem humorada. Para confirmar a minha tese, ontem tive contato novamente com a história de um cara que vale mais do que uma biblioteca de chavões reunidos: Alessandro Zanardi.

Alessandro Zanardi tem 45 anos, era um piloto italiano de fórmula Indy (chegou a correr de F1 sem muito sucesso), que após dominar a categoria por vários anos,sendo campeão em 1997 e 1998, sofreu um grave acidente durante uma prova em 2001,que resultou na amputação de suas duas pernas.

Desde então ele não abandonou o automobilismo e venceu algumas provas no campeonato mundial de carros de turismo, correndo em um BMW adaptado as suas limitações físicas. Ontem vi seu nome novamente nos jornais e soube que ele foi o vencedor da maratona de NYC, categoria bicicletas adaptadas ! Mais, ele em março já havia vencido a Maratona paraolímpica de Roma chegando 2 minutos na frente do segundo colocado. Com sua performance Zanardi é avaliado como um dos favoritos para a maratona em sua categoria nos de Londres em 2012.

Depois de ver um sujeito passar por tudo isto e continuar sendo competitivo, se reinventando e vencendo, fica difícil arrumar justificativas para a preguiça cotidiana que me impede de ir até a praça a 100 metros de casa para caminhar.
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Tudo é relativo
Continuo desfilando pelas ruas com o meu super Azera pop fashion, portanto fiquei feliz e um pouco aliviado em ver o novo comercial/viral do Fiat Cinquecento valorizando o design do carrinho. Não é assim um Mini Cooper (passa longe aliás…) mas como estou comparando tudo com o estilo da minha banheira negra made in Seul, o Cinquecento parece uma obra dos deuses !
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Publicado em Automobilístico, Design



